Faculdade de Medicina da UFRGS

Sociedade de Oftalmo-Otorrino em 1934

A Sociedade de Oftalmo-Otorrino foi fundada em 4 de janeiro de 1934, por iniciativa do Prof. Ivo Correa Meyer ao convocar os oftalmologistas para fundar uma sociedade, mas ao iniciar a reunião ela se tornou uma simbiose entre os oftalmos e otorrinos, recebida pelo Prof. Ivo com entusiasmo Em 4 de janeiro de 1934 foi oficialmente criada a Sociedade de Oftalmologia e Otorrinolaringologia. Foram escritos os estatutos e as diretorias seriam anualmente intercaladas entre um oftalmologista e um otorrinolaringologista. Foram seus presidentes desde então: 1034-1935: Prof. Ivo Corrêa Meyer (oftalmo), 1936-1937: Alberto de Souza(otorrino), 1938-1939: Ivo Corrêa Meyer, 1940-1941: Arthur Mascarenhas (Otorrino), 1942-1943: João G. Valentim (Otorrino), 1944-1945: Luiz A. Osório(oftalmo), 1946-1947: Saul Fontoura(otorrino), 1948-1949: Ary Pinto(otorrino), 1950-1951: (otorrino), Mario A. Azambuja (oftalmo), 1952-1953: Carlos Carrion(oftalmo), Pedro G.F. Vieira 1954-1955 (otorrino), Paulo Esteves 1956-1957(oftalmo). Ivo Kuhl, 1958-1959(otorrino). Nesta gestão o Dr. Ivo Kuhl escreveu no Boletim Informativo um editorial saudando o jubileu da entidade, em março de 1959. Ivo Correa Meyer no mesmo boletim, escreveu um extenso saudação da Sociedade. Os socios efetivos eram os que exerciam na capital e os adjuntos eram os que trabalhavam no interior. Os sócios da capital eram os seguintes: Alberto de Souza, Aldo Foernges, Alfredo Mariani, Alfredo Schermann, Alvino Wagner, Angelo Spolidoro, Antonio de Souza, Antonio Vianna, Armando de Lara, Arthur Mascarenhas, Ary Antonio Pinto, Atilio Capuano, Carlos A. M. Carrion, Carlos Buede, David Sampaio Lima, Decio Lisboa de Castro, Diogo Ferraz Filho, Dirceu Mazzei, Eduardo A. Brasil, Eliezer Andrade, Ernani Mentz, Fernando V Alves, Flavio Ferreira, Hugo Rothmann, Hunberto Lubisco, Isaac Teliichewski, Israel Schermann, Ivo Adolpho Kuhl, Ivo Barbedo, Ivo Corrêa Meyer, Jairo Cruz, Jaudecy Hausen, Jaime Schilling, João Borges Fortes, João G, Valentim, Jose Araujo Fabricio, Jose da Costa Gama, Julio Boccacio, Leon Knijnik, Licio Pavani, Luiz A. Osório, Manuel Duarte, Mario A. Azambuja, Moises Sabani, Murilo Pinho, Nelson Correa, Paulo Esteves, Pedro Vieira, Rivadavia Corrêa Meyer, Ruy Osorio, Saul Fontoura, Simão Brunstein, Simão Sprinz, Thomaz Behrendt, Victor Mevedovski, Victor Shmidt e Wilson de Oliveira Leite. Nicanor Letti- site: nicanor,letti@terra.com.br -



Assistência Pública de Porto Alegre 1898-1944

A Assistência Pública Municipal de Porto Alegre foi criada em 1898, pelo prefeito José Montauri. Os professores Nogueira Flores e Rodolfo Massom foram nomeados para organizá-la e escolheram os médicos e enfermeiros. Trabalhavam à noite e enviavam para a Santa Casa os casos que necessitavam cirurgias. Seguiu-se na sua direção o Dr. Breno Cárdia Alves e Affonso Aquino, e por sugestão do Dr.Protásio Alves diretor da recem fundada Faculdade de Medicina e Pharmacia, a Assistência foi dividida em Postos: o primeiro junto a prefeitura, no centro da cidade aos cuidados do dr. Pitta Pinheiro. o segundo na Azenha com o dr. Rache Vitello, nele atendiam-se urgências psiquiátricas. O terceiro na Cristovão Colombo, com o dr. Landell de Moura e o quarto na rua Pereira Franco aos cuidados do Dr. Breno Cárdia Alves. Em 18.11.1925 foi novamente centralizado pelo novo prefeito o dr Otávio Rocha (1924-1928), para a rua Jose Montauri 175 num prédio depois demolido para a construção da av. Borges de Medeiros. Foi seu chefe o dr. Afonso Aquino e os plantonistas: Paula Esteves, Rache Vitello, Washington Martins e Bonifacio Borba. Foram tambem designados para a verificação dos óbitos e da Higiene Pública.A primeira turma de doutorandos-internos foram Euclides Moreira, Velocino Pereira, Gumercindo Medeiros, Galeno Gomes e Antonio Louzada. Em 1934, a Assistência Pública foi transferida para a Cel. Vicente esquina com a Julio de Castilhos, (onde hoje está o Bradesco) e permaneceu até ser transferida para o Pronto Socorro atual (1934-1944). Os médicos reponsáveis pelo seu funcionamento foram: Walter Castilhos, Henrique Domingues, Antonio Louzada, Rubem Bier, Julio Bocaccio, Gabriel Moraes e Sergio Cattani Curtis. Em 1926 foram internos Huberto Wallau, Waldemar Job, Fernando Ortiz Schneider, Antonio Louzada e Ennio Marsiaj. Em 1927, Érico Isnard Peixoto, Ivo de Oliveira, Alvaro Barcellos Ferreira, Mario Cini, Paulo Ribeiro Campos, Arnaldo Sarubi, Alfredo Hoffmeister. Em 1929, Jayme Domingues, Altair Vieira Simch, José Fonseca Milano, Ruben Bier e Ito João Snell, Em 1930, Pedro Rosa, Fernando Dias Campos, Fernando Postiga e Galileu ddo Valle. E 1933, Paulo Carvalho Ribeiro, Ernani Bernhardt, Carvalho da Costa, Jose Silveira, Moises Cutin, Francisco Schmidt. Em 1935, Luiz Malluf, Guido Hoffmann, Jose e Joge Kalil, Olécio Cavedini, Thomaz Assunção Pereira. De 1937 a 1941 folram internos os doutorandos: Celso Aquino, Damasceno Ferreira Filho, Mario Dani, Cecil Agne, Haley Marques, Alceu Porto Alegre, Oscar Peteersen, Francisco Pascoal, Luiz Carlos Ely, Fausto Dolmingues, Leo Mabilde, Clodis Prates Vieira, Paulo Prates, Ivo Kuhl, Sabino Arias,Artur Toscano Filho, Jose Fracasso. Em 1942, Edgar Diefenthaler, Harryde Oliveira, Sacrovir do Canto Lisboa, Julio Olzeweski, Isaac Cutin, Armando Ghelen. Em 1943, Aldo Simões Duarte, João Borges Fortes, Antonio Ribeiro Messias, Ari Pinto Garcia, Francisco Karan e Sinval Santos. Em 1944 o primeiro diretor dop novo Hospital foi o Prof. Luiz Sarmentol Barata. ---Ncanor Letti- site: nicanor.letti@terra.com,br

Raul Di Primio - segunda parte - Bibliografia

O professor Raul Di Primio, foi um dos professores que mais escreveu em sua especialidade em favor dos seus alunos e para as entidades públicas de higiene e até explicando aspectos do regionalismo e o desenvolvimento parasitógico do ambiente do sul do Brasil. O jesuita Pe. Rambo estudou nossa flora exaustivamente, e Di Primio descreveu as doenças e parasitas que afligem e afligeram nosso passado. Publicou seus trabalhos na grande maioria nos Anais da Faculdade de Medicina, tendo inclusive sendo, em determinado tempo, seu editor. "O Impaludismo Autóctone no RS", "Impaludismo e Anofelismo no RS", "Resevatorio de Protozoários e suas relações com os vetores" Tése do concurso em 1938. "Carbúnculo" em 1950. " Doença de Chagas e o Regionalismo Gaucho" 1959, "Quarta Contribuição dos resíduos f e ecais de origem alimentar". "Hemogregarinas do Brasil, Presença de Haenmoproteus Columbae no RS". "Da influencia dos Fenomenos Metereologicos e das condições geográficas sobre os parasitas animais e as parasitoses. "O exepcional e o longo jejum do Ornithodorus e aBrasiliensis Aragon, id". "A terapeutica do TÉTANO" um estudo médico. A presença do "Plasmodium Falciparum" no RGS. A forma clinica da "Varíola Menor" estudo médico. A presença do "Aedes Aegpti" em Porto Alegre. Os "Flebotomos" no litoral do Estado. " Operações de guerra e malária" estudo médico. "Tratomideos no RGS" "Habitação rural à prova do triatoma" Situação da malária no RGS" Distribuição geofrafica dos Tratomideos no RGS e estudos sobre a recuperação sanitária e elevação do nivel economico da Zona Malarígina de Torres no RGS. Os "Transmissores da Doença de Chagas no RGS", com seus respectivos índices de infecção. "O Fazendeiro Gaúcho e a Doença de Chagas". Pesquisa de triatomideos na zona serrana-missioneira do RGS e no Alto-Taquari e Montenegro, em Farroupilha, Garibaldi, Bento Gonçalves e Veranópolis. Distribuição geográfica do Triatoma Infestans e sua infecção pelo Schizotrypanum Cruzi no RGS. e muitos outros trabalhos no interior do Estado. Nicanor Letti site: nicanor.letti@terra.com.

A Faculdade e o Pronto Socorro Municipal

A Prefeitura de Porto Alegre, sob o comando do Dr. Loureiro da Silva, em 1944 inaugurou o Pronto Socorro Municipal, na esquina da av. Oswaldo Aranha com a rua Venâncio Ayres. Para o novo prédio transferiram-se os médicos e os auxiliares estudantes de medicina e os enfermeiros para a nova casa de saude de urgencia, imaginada pelo Prof. Bruno Marsiaj e executada pela Prefeitura. Todo o pessoal que atendiam na antiga Assitencia Publica, era caseira e se os pacientes necessitavam internação eram encaminhados para a Santa Casa ou outros Hospitais. Antes do inicio do trabalho do novo Pronto Socorro varios cirurgiões e clinicos estiveram em Buenos Aires para aperfeiçoamento em urgèncias médicas. Não temos os nomes dos internos. Mas no ano de 1945 foi todo registrado, inclsive numa fotografia do corpo médico e internos no livro de memórias do Dr. Telmo Kruse. Só podiam fazer exame de estagiários estudantes do quinto e sexto ano do curso de medicina. Foi uma grande escola para aperfeiçoamento saindo pelo interior praticando cirurgia e principalmente na traumatologia e na neurologia de urgencia. Os plantões eram semanais de 24 horas. O corpo médico do Pronto Socorro era preparado e foi aperfeiçoando-se com a radiologia, serviço de queimados e outros. Foi uma grande escola onde havia laboratorio, biblioteca e outras iniciativas. Considero o grande escritor sobre os acontecimentos médicos nos plantões o Dr. Henry Wolff, foi interno e na sua atividade escreveu nos livros "Mar de Solidão" e "Por amor tambem se casa" ademais o grande escritor dos acontecimentos no plantão e depois como médico o Dr. Jairo Cruz no livro: "Ama teu médico atraves da vida". Nicanor Letti - site: nicanor.letti@terra.com.br.

Professores Eméritos da UFRGS em 2009

No primeiro semestre do ano de 2009 a Universidade Federal do RGS outorgou, em sessão solene o título de Professor Emérito aos seguintes professores: Waldomiro Manfroi, Ellis Busnello, João Carlos Prolla e Luiz Rohde. A AMRIGS publicou um elogio e uma pequena biografia de cada um dos médicos, na revista de número 53 de julho-set de 2009, com fotos dos homenageados, permitindo-nos elaborar este capítulo de nossa História da Medicina. Waldomiro Carlos Manfroi: Nasceu em Nova Bréscia em 6 de janeiro de 1937. Depois foi para Sarandi. Dos seis aos dezesseis anos, morou na Vila Pinhal, município de Palmeira das Missões. No Colégio Sarandi cursou o ginasial e o primeiro do científico no Colégio Estadual Prof. Annes Dias, em Cruz Alta e concluiu o curso cientifico no Colégio Júlio de Castilhos de Porto Alegre, 1959. Prestou exame vestibular na Faculdade de Medicina em 1960, sendo aprovado. Formou-se médico em 1965, sendo escolhido orador da turma na Formatura. É médico cardiologista. Aperfeiçou-se em Syracuse nos EE.UU. Ocupou a direção da Faculdade de Medicina por duas vezes: 1985-1988 e 2001-2003. Em 1897, apos concurso obteve o cargo de Professor Titular. Pro Reitor de Extensão da UFRGS de 1998-1999. Tem mais de 95 trabalhos publicados. E apos estudar a arte de escrever já tem mais de 10 romances publicados. Ellis Alindo D'Arrigo Busnello é o outro médico e professsor que recebeu o título de professor Emérito da UFRGS. Nasceu em 7 de maio de 1932, em Bento Gonçalves. Estudou o primario e secundário em Bento Gonçalves, e em 1947 estudou no Colégio Júlio de Casstilhos e em 1950 submeteu-se ao vestibular na Faculdade de Medicina. Graduou-se em 1955, e foi interno do Pronto Socorro e estagiário voluntário no Hospital São Pedro. Fez vários cursos de aperfeiçoamento em psiquiatria que foram o embrião dos futuros cursos de pós-graduação e recebe em 1960 da Faculdade de Medicina o título de especilaista em Psiquiatria. Em 1959 foi designado para exercer a função de Piquiatra do Hospital São Pedro. E de Diretor. Em 1963 inicia sua formação Psicanalitica. Em 1977 é Livre-docente da Faculdade e nategoria de Prof. Adjunto. Nessa qualidade desenvolle sua maior atividade de consolidação da formação pos-graduada sensostrito na área de saude no RGS.Fez concurso em 1989 de Professor Titular na Fundação Faculdade Federal de Ciencias Médicas. João Carlos Prolla, nasceu em 24 de junho de 1935, em Cacequi, filho de Eugenio Prolla e Emma Marcos Prolla. Mudaram-se para Porto Alegre em 1950 e Prolla estudou no Colégio Rosário, Foi aprovado no vestibular de Historia Natural e Medicina da URGS. Frequentou ambas Faculdades. Foi discipulo dos professores Jose Martins Job, Mario Rangel Balve, Nelson Porto e Fernando Carneiro. Em 1961 iniciou no magistério e ganhou uma bolsa de estudos da Fundação Kellog, na Universidade de Chicago, no serviço do Prof. Joseph Kirsner de citologia digestiva e publicou vários trabalhos publicados em revistas médicas americanas. Em 1971 reassumiu o laboratório de citopatologia do Pavilhão Pereira Filho e iniciou a montagem do laboratório do Hospital das Clinicas Prolla colaborou com o curso de Pneumologia do Dr. Mario Rigatto, e no de Gastroenterologia do Prof. José Cutin. Ajudou em 45 teses de mestrado e doutorado. Recebeu com suas poublicações fama mundial. O Prof. Luiz Rohde, nasceu emm Paraiso do Sul. Cursou Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de Santa Maria. Formou-se em 1961. Como estudante foi Chefe do Secretariado, Presidente do Centro Academico e Presidente Interino da União Nacional dos Estudantes de Medicina. Foi Orador da Turma. Fez pós-graduação com residencia de tres anos no Hospital de Clinicas da Universidade São Paulo, classificando-se em primeiro lugar. Frequentou o General Massachusets Hospital, a Lahey Clinic Foundation, as Unioversidades de Munchen, Erlangen e Heeidelberg. Fez concurso para titular de Cirurgia do Ciencias de Saude de Porto Alegre na Santa Casa e tambem Concurso Publico na Faculdade de Medicina da UFRGS, onde se destacou como professor e foi Diretor da Faculdade. Nixanor Letti ´nicanor.letti@terra.com.br

O inicio da Fac. de Medicina.- Leis e fatos

A Faculdade de Medicina e Pharmacia de Porto Alegre, fundada em 25 de julho de 1898, funcionou a partir de 15 de março de 1899. Em primeiro de setembro de 1900, pelo decreto federal número 3758 foi equiparada para todos os efeitos às suas congêneres oficiais, sendo nomeado Delegado Fiscal o Dr. Balduino do Nascimento que permaneceu no cargo até 15 de maio de 1905. Foi seguido pelo Dr. Francisco de Paula Dias de Castro, exerceu o cargo até 9 de agosto de 1907 e solicitou exoneração. Foi nomeado, então, o Dr. Candido Ferreira dos Reis que permaneceu no cargo até 5 de maio de de 1911. Nesse ano a Lei Orgânica do Ensino de 5/04/11 foram extintos os cargos de Delegados Fiscais. Pela mesma lei a Faculdade reorganizou-se sob o titulo de - Faculdade de Medicina de Porto Alegre. Criou novas cadeiras do curso de medicina e alterou a duração dos cursos de farmácia e odontologia de dois anos para três anos. Foi então a única Faculdade Livre de Medicina no Brasil, considerada idônea para os efeitos de fiscalização, em reunião do Conselho Superior de Ensino, realizada em 20 de maio de 1915. Foi nomeado Inspetor o dr. Eduardo Emiliano Pereira dos Santos. Em primeiro de março de 1916, foi decretada a equiparação da Faculdade de Medicina e Porto Alegre, às outras e ainda a única a alcançar tal regalia e nomeado o mesmo Inspetor. As condições para as matriculas eram: 1.certidão de idade (mínimo de 16 anos; 2. certidão de identidade. 3. certidão de idoneidade moral. 4. certidão de vacina. 5.certidão de pagamento da taxa de (250.oo)- 6. certidão de aprovação em humanidades. A lei Rivadavia permitia que os preparatórios fossem realizados nas Faculdades. Mas após a Lei Maximiliano, que criou os exames vestibulares. Uma das regalia era a facilidade que os alunos tinham para se transferir para outra faculdade equiparada.Os alunos podiam obter transferência. A relação dos alunos que se transferiram para a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro foi a seguinte: Em 1900: Antonio Mattos de Azevedo e Diogo Fortuna. Em 1901: Armando Ribeiro Severo. Arthur Gama D'Eça, Fábio Nascimento Barros, José Puglia, José Obino, Moysés Alves de Menezes, Sebastião de Alencastro Guimarães. Em 1902: Antonio Carlos Penafiel, Fructuoso Fontoura Filho, José Carlos Vitale Filho, Luiz José Guedes, Mario Castro Pinheiro Guimarães, Octavio Domervillio de Alencastro, Octavio Berlink Coelho de Souza. 1903: Augusto de Macedo Costallat, José Fagundes, Renato Pacheco de Castro. Em 1904: Alvaro Carneiro Lassance, Aristides Costa Gama, Galeno de Revoredo Barros, Homero Azevedo, Henrique Altemberndt, Oscar Antunes Maciel, Ursulina Lopes Torres. Em 1905: Octaviano de Britto. Em 1906: Astholpho Antunes Maciel, Carlos Daudt Filho, Fernando Lartigau, José Maria Gomes, Nicolau Fragelli. Em 1907: Affonso Salgado, Antenor Granja de Abreu, Cesário Correa Arrudas e Sá, Ernani Lopes, Euribiades Barboza Gonçalves, Gustava K.Riedel, Ildegardis da Silva Vinhas, Heitor Guimarães, Jaime Poggi Figueiredo, Jaime Borges da Conceição, José De la Rocha Jr., Mario Teixeira de Mello, Octavio Job, Plinio Olinto, Paulino C. Ponsati, Raymendo Gonçalves Vianna, Reynaldo Frederico Geyer, Waldemar Gaulberto de Almeida. Em 1908: Diogo Simões Gaspar Filho, Eduardo Monteiro, Gabino Prates da Fonseca, Gastão Silveira Martins, Oswaldo Mascarenhas de Souza, Walmor A. Branco. Em 1909: Alvaro Fróes da Fonseca, Corintho Castanho, Juvenal S. Saldanha, Luiz Caetano Ferráz Sob.,Mario Santos, Tito Prates da Silva Filho, Oswaldo Rodrigues, Rodolfo A. Josetti. Em 1910: Alvaro Pedroso da Silva, Luiz Limongi, Junio Marcelino de Souza. Em 1911. Reginaldo F.Lourival, Sevriano de Almeida Filho, Ataliba Carrion, Alfredo Acquaviva, Adriano Fagundes Vasques, Gastão de Freiras, Gastão de Faria Correa, João da Silva Silveira, Mario Carrigé G da Silva, Ney Ramos de Azambuja, Raul S Bergallo, Tilly Pinto Torelly, Bernardino Gomes de Abreu. Em 1912: Luiz Deodoro de Faria, Francisco Orsi, Alcides Prates da Silva, Severo E do Amaral, Ivo Britto Pacheco, Dyonisio Magalhães Jr., Francisco de Paula Mascaranhas Filho, João Alfredo Lopes Braga, Aprigio Alves de Almeida Filho, Armando P. Xavier, Mario Kroeff. Em 1913: Eugenio Martins França, Hugo Ferrando, João Baptista Luzardo, Jose Antonio Morém, Diniz Martins Rangel Jr. Tulio de Saboia Chaves. Em 1915: Alfredo Touguinha, Elpidio Collares Feitosa. Em 1916: Armando Correa Barcelos, Amaury Appel Lenz, Carlos da Costa Pereira, Carlos da Silveira Antunes, Clarindo Verissimo da Fonseca, Isaltino Oliveira Coutinho, Helio Fernandes, Julio Vieira Diogo, Manoel Luiz Toledo Bordini, Oscar Giudice de Seixas, Valentim A. Fernandez, Augusto Maris Sisson Filho, Mario de Assis Brasil. Em 1917: Carlos Silveira Antunes, Rodolfo Warnecke, Pedro Paulo Mesko, Em 1918: Newton Massom Jacques, Pedro Maciel, José Narciso Silveira Antunes, José Gaspar Ferreira, Orestes Agnelo de Azambuja, Ernesto Mariante Carneiro, Rebeca Guertzenstein. Em 1919: Decio Olinto, Jabal de Carvalho Lima, Paulo F. S. Elejalde, Newton Barbosa Tatsch, Euridio Arthur Ferreira, Antonio de Souza, Osmarino Oliveira Terra, Boaventura da Costa Leite, Verissimo Teixeira Marques, Mario Casanova Ferreira, Celestino Antonacci, Carlos Ribeiro Menna Barreto, Mario Olinto, Raul Caetano Rasmussem, Ticiano Siqueira, Antonio Leal Andrade, Crescencio Miranda. --- Alunos transferidos para a SUIÇA: Antão de Assis Brasil, Atualpa Lopes Uflacker, Germano Walvits, Antonio M. da Costa Freitas, Ismael Dias da Silveira, Genes Cortes Leal, Henrique Gomes Ferreira e Carlos Zacharias Correa. Nicanor Letti - site: nicanor.letti@terra.com.br.

Apparicio Fernando de Brinkerhoff Torelly,

Apparício Fernando de Brinkerhoff Torelly (O Barão de Itararé), nasceu no interior da cidade de Rio Grande, dentro de uma diligencia, perto da divisa com o Uruguai, no dia 29 de janeiro de 1895. zona de campo aberto, seu tio criava gado e ovelhas. Aos 11 anos, foi internado na famoso Colégio dos Jesuitas, em São Leopoldo no RS. A maioria dos mestres eram de origem alemã. Cinco anos depois, durante seus estudos, editou um jornaleco manuscrito deu-lhe o nome de "Capim Seco", com tiragem de um exemplar, pela pesquisa feita, ele teria 15 ou 16 anos. Afirmam por pressão familiar, alguns anos depois, presta exames vestibulares, mas não existe qualquer documento sobre sua entrada e ter cursado até o quarto ano no arquivo da Faculdade de Medicina e Pharmacia, como era denominada naqueles anos. Ademais afirmam alguns autores que em 1916 escreve o único livro com seu nome verdadeiro, "Pontas de Cigarros" Em 1918, durante férias na fazenda do tio, sofre um problema cerebral, deve ter sido uma queda simples com contusão, pois logo retoma suas atividades. Mas abandona a Faculdade. Cremos que a Faculdade, naquela época, eliminava os documentos de alunos que abandonavam o curso. Os erros sobre a vida de Torely continuam, em recente artigo na Tribuna da Imprensa digital, o escritor Carlos Chagas refere uma atitude inteligente de Apporelly e diz ter acontecido em 1928. Impossivel. Depois da saida da Faculdade, viaja pelo Rio Grande e publica sonetos e artigoss em jornais e revistas como na "Kodac", "Mascara" e "Maneca". Casa-se nesta [epoca e mais uma vez não consegui os documentos do seu casamento. Sua esposa chamava-se de Alzira Alves e tem tres filhos com ela: Ady, Ary e Arly, esquisito, era mesmo de seu caracter pitoresco. Muda-se em 1925 para o Rio e se dedica até a morte ao jornalismo, dai em diante sua vida é conhecida em detalhes. Nicanor Letti. nicanor,letti@terra.com.br. -